Livreto Celebrativo | Santa Missa - 3° dia da Novena da Santa Cruz

 

 SEMANÁRIO LITÚRGICO

 NOVENA E  FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ
07.09.2025



RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA
(É Um Prazer, Senhor!)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

É UM PRAZER, SENHOR, TEU NOME PROCLAMAR
CANTANDO TUA PAZ, EM TUA CASA ENTRAR
É UM PRAZER, SENHOR, NOS IRMANAR!

NOSSOS LÁBIOS TE ACLAMAM
CAMINHAMOS NA ALEGRIA!
TUA LEI RECORDAMOS
MEDITANDO-A NOITE E DIA

É UM PRAZER, SENHOR, TEU NOME PROCLAMAR
CANTANDO TUA PAZ, EM TUA CASA ENTRAR
É UM PRAZER, SENHOR, NOS IRMANAR!

TODA TERRA TE ADORE
POIS TU ÉS NOSSA VERDADE!
NA ASSEMBLEIA REVELAS
A BELEZA DA UNIDADE!

É UM PRAZER, SENHOR, TEU NOME PROCLAMAR
CANTANDO TUA PAZ, EM TUA CASA ENTRAR
É UM PRAZER, SENHOR, NOS IRMANAR!

SOMOS, SIM, TEU REBANHO
NOVO POVO, TEUS ELEITOS!
NOS CONVIDAS NA VIDA
A SACIAR-NOS DOS TEUS FEITOS!

É UM PRAZER, SENHOR, TEU NOME PROCLAMAR
CANTANDO TUA PAZ, EM TUA CASA ENTRAR
É UM PRAZER, SENHOR, NOS IRMANAR!

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

ANTÍFONA DE ENTRADA 

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Vós sois justo, na verdade, ó Senhor, e os vossos julgamentos são corretos. Conforme o vosso amor, Senhor, tratai-me. (Cf. Sl 118, 137. 124)

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.:  A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.

Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: 
Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo:
℟.: 
Porque somos pecadores.
O sacerdote:
Pres.: 
Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
℟.: 
E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: 
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.
 
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
Pres.: Senhor, tende piedade de nós. 
℟.: Senhor, tende piedade de nós. 
Pres.: Cristo, tende piedade de nós. 
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.

HINO DO GLÓRIA
(Glória - Pe. Ney Brasil)

Canta-se ou recita-se em seguida o hino:

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO PODEROSO
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!

NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR NOSSO JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!

VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, 
TENDE PIEDADE DE NÓS

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!

SÓ VÓS SOIS SANTO
SÓ VÓS O SENHOR
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO
COM O ESPÍRITO SANTO
NA GLÓRIA DE DEUS PAI.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!

AMÉM!

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, olhai com bondade os que redimistes e adotastes como filhos e filhas, e concedei aos que creem em Cristo a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Sb 9, 13-18)

Leitor: Leitura do Livro da Sabedoria
Qual é o homem que pode conhecer os desígnios de Deus? Ou quem pode imaginar o desígnio do Senhor? Na verdade, os pensamentos dos mortais são tímidos e nossas reflexões incertas: porque o corpo corruptível torna pesada a alma, e tenda de argila oprime a mente que pensa. Mal podemos conhecer o que há na terra, e com muito custo compreendemos o que está ao alcance de nossas mãos; quem, portanto, investigará o que há nos céus? Acaso alguém teria conhecido o teu desígnio, sem que lhe desses Sabedoria e do alto lhe enviasses teu santo espírito? Só assim se tornaram retos os caminhos dos que estão na terra, e os homens aprenderam o que te agrada, e pela Sabedoria foram salvos.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 89(90))

— VÓS FOSTES, Ó SENHOR, UM REFÚGIO PARA NÓS.

— VÓS FAZEIS VOLTAR AO PÓ TODO MORTAL, QUANDO DIZEIS: “VOLTAI AO PÓ, FILHOS DE ADÃO!” POIS MIL ANOS PARA VÓS SÃO COMO ONTEM, QUAL VIGÍLIA DE UMA NOITE QUE PASSOU. ℟.

— ELES PASSAM COMO O SONO DA MANHÃ, SÃO IGUAIS À ERVA VERDE PELOS CAMPOS: DE MANHÃ ELA FLORESCE VICEJANTE, MAS À TARDE É CORTADA E LOGO SECA. ℟.

— ENSINAI-NOS A CONTAR OS NOSSOS DIAS, E DAI AO NOSSO CORAÇÃO SABEDORIA! SENHOR, VOLTAI-VOS! ATÉ QUANDO TARDAREIS? TENDE PIEDADE E COMPAIXÃO DE VOSSOS SERVOS! ℟.

— SACIAI-NOS DE MANHÃ COM VOSSO AMOR, E EXULTAREMOS DE ALEGRIA TODO O DIA! QUE A BONDADE DO SENHOR E NOSSO DEUS REPOUSE SOBRE NÓS E NOS CONDUZA! TORNAI FECUNDO, Ó SENHOR, NOSSO TRABALHO. ℟.

SEGUNDA LEITURA
(Fm 9b-10. 12-17)

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo a Filêmon
Caríssimo: Eu, Paulo, velho como estou, e agora também prisioneiro de Cristo Jesus, faço-te um pedido em favor do meu filho, que fiz nascer para Cristo na prisão, Onésimo. Eu o estou mandando de volta para ti. Ele é como se fosse o meu próprio coração. Gostaria de tê-lo comigo, a fim de que fosse teu representante para cuidar de mim nesta prisão, que eu devo ao Evangelho. Mas, eu não quis fazer nada sem o teu parecer, para que a tua bondade não seja forçada, mas espontânea. Se ele te foi retirado por algum tempo, talvez seja para que o tenhas de volta para sempre, já não como escravo, mas, muito mais do que isso, como um irmão querido, muitíssimo querido para mim quanto mais ele o for para ti, tanto como pessoa humana quanto como irmão no Senhor. Assim, se estás em comunhão de fé comigo, recebe-o como se fosse a mim mesmo.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Aleluia!)

ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!

FAZEI BRILHAR VOSSO SEMBLANTE AO VOSSO SERVO
E ENSINAI-ME VOSSAS LEIS E MANDAMENTOS!

ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Lc 14, 25-33)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.
Naquele tempo, grandes multidões acompanhavam Jesus. Voltando-se, ele lhes disse: “Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo. Com efeito, qual de vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário, ele vai lançar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a caçoar, dizendo: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar!’ Ou ainda: Qual o rei que ao sair para guerrear com outro, não se senta primeiro e examina bem se com dez mil homens poderá enfrentar o outro que marcha contra ele com vinte mil? Se ele vê que não pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia mensageiros para negociar as condições de paz. Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!”
℣.Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ 



LADAINHA

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Pai santo, ouvi-nos.
Pai justo, atendei-nos.

Deus Pai dos céus, tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Cruz, espelho dos patriarcas e profetas, defendei-nos.
Coroa dos mártires, defendei-nos.
Alegria dos sacerdotes, defendei-nos.
Glória das virgens, defendei-nos.

Cruz, potência dos reis, protegei-nos.
Ornato da Igreja, protegei-nos.
Esperança dos cristãos, protegei-nos.
Penhor dos que adoram a Cristo, protegei-nos.
Glória de todos os ortodoxos, protegei-nos.

Cruz, nossa coroa, salvai-nos.
Firmamento da paz, salvai-nos.
Porta do Paraíso, salvai-nos.
Vara das maravilhas de Deus, salvai-nos.
Propugnáculo da fé, salvai-nos

Cruz, vida dos justos, ajudai-nos.
Ressurreição dos mortos, ajudai-nos.
Chave do Reino dos Céus, ajudai-nos.
Procuradora dos pobres, ajudai-nos.
Porto dos atribulados, ajudai-nos.

Cruz, selo de castidade, iluminai-nos.
Escola de santidade, iluminai-nos.
Guardiã da castidade, iluminai-nos.
Palma da imortalidade, iluminai-nos.
Tesouro de todos os bens, iluminai-nos

Cruz, consoladora dos aflitos, guardai-nos.
Salvadora dos desesperados, guardai-nos.
Destruidora das heresias, guardai-nos.
Vencedora dos inimigos, guardai-nos.

Cruz, salvação dos fiéis, amparai-nos.
Enobrecida pelo Sangue de Cristo, amparai-nos.
Santificada pelo toque do Corpo de Cristo, amparai-nos.
Sinal vivificante do Filho de Deus, amparai-nos.

Cruz, doadora de saúde, confortai-nos.
Contrato de liberdade, confortai-nos.
Altura do Céu, confortai-nos.
Profundidade da Terra, confortai-nos.
Largura do mundo, confortai-nos.

Cruz, triunfadora dos demônios, libertai-nos.
Extinção do pecado, libertai-nos.
Vitória contra o mundo, libertai-nos.
Vencedora da morte, libertai-nos.
Destruição do inferno, libertai-nos.

De todo o mal, livrai-nos, santa Cruz.
De todo pecado, livrai-nos, santa Cruz.
Do poder do diabo, livrai-nos, santa Cruz.
De toda sugestão e malefício do demônio, livrai-nos, santa Cruz.
Das insídias de todos os inimigos, livrai-nos, santa Cruz.
Da peste, da fome e da guerra, livrai-nos, santa Cruz.
De toda doença, livrai-nos, santa Cruz.
De raios e tempestades, livrai-nos, santa Cruz.
Da morte súbita e desprevenida, livrai-nos, santa Cruz.
Na hora da morte, livrai-nos, santa Cruz.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Pai-nosso… E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

℣. Pelo madeiro fomos salvos.
℟. Pelo madeiro fomos redimidos.

℣. O fruto da árvore nos seduziu,
℟. O Filho de Deus nos redimiu.

℣. Pelo sinal da santa cruz,
℟. Livrai-nos, Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos.

℣. Senhor, escutai a minha oração.
℟. E chegue até vós o meu clamor.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
(Bendito seja Deus)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

BENDITO E LOUVADO SEJA
O PAI NOSSO CRIADOR.
O PÃO QUE NOS RECEBEMOS
É PROVA DO SEU AMOR.
O PÃO QUE NOS RECEBEMOS
É PROVA DO SEU AMOR.
É O FRUTO DE SUA TERRA,
DO POVO TRABALHADOR.
É O FRUTO DE SUA TERRA,
DO POVO TRABALHADOR.
NA MISSA É TRANSFORMADO
NO CORPO DO SALVADOR.

BENDITO SEJA DEUS,
BENDITO SEU AMOR
BENDITO SEJA DEUS
PAI ONIPOTENTE NOSSO CRIADOR. (BIS)

BENDITO E LOUVADO SEJA.
O PAI NOSSO CRIADOR
O VINHO QUE RECEBEMOS,
É PROVA DO SEU AMOR.
O VINHO QUE RECEBEMOS,
É PROVA DO SEU AMOR.
É O FRUTO DE SUA TERRA,
DO POVO TRABALHADOR
É O FRUTO DE SUA TERRA,
DO POVO TRABALHADOR
NA MISSA É TRANSFORMADO
NO SANGUE DO SALVADOR.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Ó Deus, fonte da verdadeira piedade e da paz, concedei que vos honremos dignamente nesta celebração e, pela fiel participação nos sagrados mistérios, sejam reforçados os laços que nos unem. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA PARA DIVERSAS CIRCUNSTÂNCIAS II
DEUS CONDUZ SUA IGREJA NO CAMINHO DA SALVAÇÃO

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, criador do mundo e fonte de toda vida. Nunca abandonais a obra da vossa sabedoria, mas, em vossa providência, continuais agindo no meio de nós. Com braço estendido e mão forte, guiastes o vosso povo de Israel pelo deserto. Agora, com a força do Espírito Santo, acompanhais sempre a vossa Igreja, peregrina neste mundo, e a conduzis pelos caminhos da história até à felicidade perfeita em vosso reino por Jesus Cristo, Senhor nosso. Por isso, também nós, com os Anjos e Santos, proclamamos o hino de vossa glória, cantando (dizendo) sem cessar:

SANTO
(Santo - Pe. Sílvio Milanez)

SANTO, SANTO, SANTO
SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM,
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.

HOSANA, HOSANA, HOSANA
HOSANA NAS ALTURAS.

BENDITO AQUELE QUE VEM
EM NOME DO SENHOR.

HOSANA, HOSANA, HOSANA
HOSANA NAS ALTURAS.

Ou, para a recitação:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os acompanhais no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos de Emaús, ele nos revela as Escrituras e parte o Pão para nós.
A assembleia aclama:
℟.: Bendito o vosso Filho, presente entre nós!

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, nós vos suplicamos, Pai de bondade: enviai o vosso Espírito Santo para que santifique estes dons do pão e do vinho,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
e se tornem para nós o Corpo e + o Sangue
Une as mãos
de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão, na noite da última Ceia, 
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.:
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, ó Pai santo, o memorial da Páscoa de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, anunciamos a obra do vosso amor; pela paixão e morte de cruz, vós o fizestes entrar na glória da ressurreição e o colocastes à vossa direita. Enquanto esperamos sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o Pão da vida e o Cálice da bênção.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oferta da vossa Igreja; nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que nos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Ó Pai, confirmai na unidade os convidados a participar da vossa mesa, para que, seguindo na fé e na esperança pelos vossos caminhos, possamos irradiar no mundo alegria e confiança em comunhão com o nosso Papa Leão , o nosso Bispo N.*, todos os bispos, presbíteros, diáconos e todo o vosso povo.
A assembleia aclama:
℟.: Confirmai na unidade a vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs (N. e N.), que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e, na ressurreição, concedei-lhes a plenitude da vida.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Concedei também a nós, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco e, com a Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, os Apóstolos e Mártires, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, vos louvaremos e glorificaremos,
Une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.



ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO
(Cordeiro - Ir. Miria T. Kolling)

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
Ó TENDE, PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
Ó TENDE, PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
Ó DAI-NOS A PAZ,
SENHOR, A VOSSA PAZ!


Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO
(Quem não assumir a sua cruz)

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

QUEM NÃO ASSUMIR A SUA CRUZ E ME SEGUIR NÃO ENTRARÁ NO REINO DE AMOR QUE INAUGUREI FARTO BANQUETE QUE SACIARÁ. TODA FOME DE JUSTIÇA E DE PÃO MUNDO NOVO SEM A DOR DA EXCLUSÃO ONDE DEUS E A HUMANIDADE NOVAMENTE CELEBRAM A MAIS PERFEITA COMUNHÃO.

O SENHOR É FIEL PARA SEMPRE
FAZ JUSTIÇA AOS QUE SÃO OPRIMIDOS
ELE DÁ ALIMENTO AOS FAMINTOS
É O SENHOR QUEM LIBERTA OS CATIVOS.

O SENHOR ABRE OS OLHOS AOS CEGOS
O SENHOR FAZ ERGUER-SE O CAÍDO
O SENHOR AMA AQUELE QUE É JUSTO
É O SENHOR QUEM PROTEGE O ESTRANGEIRO.

ELE AMPARA A VIÚVA E O ÓRFÃO
MAS CONFUNDE O CAMINHO DOS MAUS
O SENHOR REINARÁ PARA SEMPRE
Ó SIÃO, O TEU DEUS REINARÁ.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Assim como a corça suspira pelas águas correntes, suspira igualmente minh'alma por vós, ó meu Deus! Minha alma tem sede de Deus e deseja o Deus vivo. (Cf. Sl 41, 2-3)

℣.: 
Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. (Jo 8, 12)

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: 
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: 
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Senhor, que alimentais e fortaleceis vossos fiéis com o pão da Palavra e da Eucaristia, concedei-nos desfrutar de tal modo destes dons do vosso amado Filho, que mereçamos para sempre viver em comunhão com ele. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DA SANTA CRUZ 


Oremos. — Olhai, nós vos pedimos, Senhor, sobre esta vossa família, pela qual Nosso Senhor Jesus Cristo não duvidou entregar-se às mãos dos inimigos e sujeitar-se ao tormento da Cruz. — Guardai, Senhor, nós vos pedimos, com paz perpétua aqueles a quem vos dignastes redimir pelo madeiro da santa Cruz. — Sede-nos propício, Senhor Deus nosso, e aos que fazeis se alegrarem com honra da santa Cruz, defendei-os também com auxílios perpétuos. — Que o sinal salutar da Cruz, nós vos pedimos, Senhor, proteja o povo que a vós suplica e, uma vez purificado, dignamente o instrua; para que ele se alegre com a consolação presente em toda tribulação e, perseverando, progrida incessantemente à posse dos bens futuros. — Deus, que nos alegrais com a comemoração contínua da santa Cruz, concedei-nos, nós vos pedimos, que mereçamos no céu os prêmios da Redenção daquele cujo mistério conhecemos na terra. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo por todos os séculos dos séculos. Amém. 

℣. Senhor, escutai a minha oração.
℟. E chegue até vós o meu clamor.

℣. Bendigamos ao Senhor.
℟. Demos graças a Deus.

℣. E que as almas dos fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz.
℟. Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: O povo responde:
℟.: Amém.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!

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