LIVRETO CELEBRATIVO | DOMINGO DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR



















1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:
Amém.

2. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com uma das seguintes fórmulas:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:
Ele está no meio de nós.



3. O sacerdote, diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.


4. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

No dia em que celebramos a vitória de Cristo
sobre o pecado e a morte,
também nós somos convidados a morrer para o pecado
e ressurgir para uma vida nova.
Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.


Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

O sacerdote diz:
Confessemos os nossos pecados:

Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso
e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes
por pensamentos e palavras,
atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
Em seguida, continuam:
E peço à Virgem Maria,
aos Anjos e Santos
e a vós, irmãos e irmãs,
que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados
e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:
Amém.

8. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:
Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso.
Nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.
9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;



Ó Deus, no dia de hoje, por vosso Filho, vencedor da morte, nos abristes as portas da vida eterna. Concedei que, celebrando a solenidade da sua ressurreição, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos para a luz da vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:
Amém.

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Primeira Leitura — At 10, 34a. 37-43


Leitura dos Atos dos Apóstolos


Naqueles dias, 34aPedro tomou a palavra e disse: 37“Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: 38como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele.

39E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz.

40Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se 41não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos.

42E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. 43Todos os profetas dão testemunho dele: ‘Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados’”.


Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.

Todos respondem:
Graças a Deus.

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

Salmo Responsorial — Sl 117(118), 1-2. 16ab-17. 22-23 (R. 24)


℟. Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!


— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! “Eterna é a sua misericórdia!” A casa de Israel agora o diga: “Eterna é a sua misericórdia!” ℟.

— A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou. Não morrerei, mas ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor! ℟.

— A pedra que os pedreiros rejeitaram, tornou-se agora a pedra angular. Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: Que maravilhas ele fez a nossos olhos! ℟.

12. Se houver uma segunda leitura, o leitor a proclama do ambão, como descrito acima.

Segunda Leitura — Cl 3, 1-4


Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses


Irmãos: 1Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, 2onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. 4Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.


Ou:


Segunda Leitura — 1Cor 5, 6b-8


Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios


Irmãos: 6bAcaso ignorais que um pouco de fermento leveda a massa toda? 7Lançai fora o fermento velho, para que sejais uma massa nova, já que deveis ser sem fermento. Pois o nosso cordeiro pascal, Cristo, já está imolado. 8Assim, celebremos a festa, não com velho fermento, nem com fermento de maldade ou de perversidade, mas com os pães ázimos de pureza e de verdade.


Sequência de Páscoa


1. Cantai, cristãos, afinal: / “Salve, ó vítima pascal!”

Cordeiro inocente, o Cristo / abriu-nos do Pai o aprisco.

2. Por toda ovelha imolado, / do mundo lava o pecado.

Duelam forte e mais forte: / é a vida que enfrenta a morte.

3. O rei da vida, cativo, / é morto, mas reina vivo!

Responde, pois, ó Maria: / no teu caminho o que havia?

4. “Vi Cristo ressuscitado, / o túmulo abandonado.

Os anjos da cor do sol, / dobrado ao chão o lençol...

5. O Cristo, que leva aos céus, / caminha à frente dos seus!”

Ressuscitou de verdade. / Ó Rei, ó Cristo, piedade!



Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.

Todos respondem:
Graças a Deus.

13. Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. O nosso cordeiro pascal, Jesus Cristo, já foi imolado. Celebremos, assim, esta festa, na sinceridade e verdade. (1Cor 5, 7b-8a) ℟.

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

Evangelho — Jo 20, 1-9


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo João 

℟. Glória a vós, Senhor.


No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. 2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.

3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. 6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.

8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. 9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.


16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
Palavra da Salvação.

Todos respondem:
Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

Homilia


18. Terminada a homilia, quando prescrito, canta-se ou recíta-se o símbolo ou profissão de fé:

Símbolo Niceno-constantinopolitano:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra,
de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,
Filho Unigênito de Deus,
nascido do Pai antes de todos os séculos:
Deus de Deus,
luz da luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,
gerado, não criado,
consubstancial ao Pai.
Por ele todas as coisas foram feitas.
E por nós, homens, e para nossa salvação,
desceu dos céus
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam.
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria,
e se fez homem.
Também por nós foi crucificado
sob Pôncio Pilatos;
padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia,
conforme as Escrituras,
e subiu aos céus,
onde está sentado à direita do Pai.
E de novo há de vir, em sua glória,
para julgar os vivos e os mortos;
e o seu reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo,
Senhor que dá a vida,
e procede do Pai e do Filho;
e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado:
ele que falou pelos profetas.
Creio na Igreja,
una, santa, católica e apostólica.
Professo um só batismo
para remissão dos pecados.
E espero a ressurreição dos mortos
e a vida do mundo que há de vir.
Amém.


21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Antífona do Gradual para ser cantada:
Terra trémuit, et quiévit, dum resúrgeret in iudício Deus, allelúia. (Ps. 75, 9. 10)
Vernáculo:
Aterra apavorou-se e emudeceu, quando Deus se levantou para julgar. (Cf. LH: Sl 75, 9b. 10a)

22. Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

24. O diácono ou o sacerdote coloca o vinho e um pouco d água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho
possamos participar da divindade do vosso Filho,
que se dignou assumir a nossa humanidade.

25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde,
sejamos, Senhor, acolhidos por vós;
e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido
que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas
e purificai-me do meu pecado.

29. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos e irmãs,
para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.



O povo se levanta e responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,
para glória do seu nome,
para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Exultando de alegria pascal, nós vos oferecemos, Senhor, o sacrifício pelo qual a vossa Igreja de modo maravilhoso renasce e se alimenta. Por Cristo, nosso Senhor.

ao terminar, o povo aclama:
Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.
℣. Corações ao alto.
℟. O nosso coração está em Deus.
℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟. É nosso dever e nossa salvação.
  

Prefácio da Páscoa I

O mistério pascal

PR: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação proclamar a vossa glória, ó Pai, em todo tempo, mas, com maior júbilo, louvar-vos nesta noite (neste dia ou neste tempo), porque Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. É ele o verdadeiro Cordeiro, que tirou o pecado do mundo; morrendo, destruiu a nossa morte e, ressurgindo, restaurou a vida. Por isso, transbordando de alegria pascal, exulta a criação por toda a terra; também as Virtudes celestes e as Potestades angélicas proclamam um hino à vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
AS: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do Universo! O Céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

CC Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

une as mãos

que nos mandou celebrar estes mistérios.


A assembleia aclama:

Enviai o vosso Espírito Santo!


O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível como requer a sua natureza.

Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.


Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.


Em seguida, diz:

Mistério da fé!


A assembleia aclama:

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!


Ou

Mistério da fé e do amor!


A assembleia aclama:

Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!


Ou

Mistério da fé para a salvação do mundo!


A assembleia aclama:

Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.


 ou 

O sacerdote, de braços abertos, diz:

CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.


A assembleia aclama:

Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!


Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.


A assembleia aclama:

O Espírito nos una num só corpo!


1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.



A assembleia aclama:

Fazei de nós uma perfeita oferenda!


2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa N. e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.


★ Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.


A assembleia aclama:

Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

une as mãos

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.


Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.


A assembleia aclama:

Amém.

124. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Obedientes à palavra do Salvador

e formados por seu divino ensinamento,

ousamos dizer:

Pai nosso que estais nos céus,

santificado seja o vosso nome;

venha a nós o vosso reino,

seja feita a vossa vontade,

assim na terra como no céu.


O pão nosso de cada dia nos dai hoje;

perdoai-nos as nossas ofensas,

assim como nós perdoamos

a quem nos tem ofendido;

e não nos deixeis cair em tentação,

mas livrai-nos do mal.


125. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai,

e dai-nos hoje a vossa paz.

Ajudados pela vossa misericórdia,

sejamos sempre livres do pecado

e protegidos de todos os perigos,

enquanto aguardamos a feliz esperança

e a vinda do Nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos.


O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino,

o poder e a glória para sempre.


126. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo,

dissestes aos vossos Apóstolos:

eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.

Não olheis os nossos pecados,

mas a fé que anima vossa Igreja;

dai-lhe, segundo o vosso desejo,

a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.


O povo responde:

Amém.

127. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre convosco.


O povo responde:

O amor de Cristo nos uniu.


128. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

Irmãos e irmãs,

saudai-vos em Cristo Jesus.

129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,

o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,

nos faça participar da vida eterna.


130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

Cordeiro de Deus,

que tirais o pecado do mundo,

tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus,

que tirais o pecado do mundo,

tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus,

que tirais o pecado do mundo,

dai-nos a paz.


Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

131. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,

que, cumprindo a vontade do Pai

e agindo com o Espírito Santo,

pela vossa morte destes vida ao mundo,

livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue

dos meus pecados e de todo mal;

dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.


Ou:

Senhor Jesus Cristo,

o vosso Corpo e o vosso Sangue,

que vou receber,

não se tornem causa de juízo e condenação;

mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.


132. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Provai e vede como o Senhor é bom;

feliz de quem nele encontra seu refúgio.

Eis o Cordeiro de Deus,

que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno(a)

de que entreis em minha morada,

mas dizei uma palavra e serei salvo(a).


133. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

O Corpo de Cristo

me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

O Sangue de Cristo

me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.


134. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

O Corpo de Cristo.


O que vai comungar responde:

Amém.


E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.


135. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, em n. 281-287.



136. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


Antífona do Missal para ser rezada:

Nosso cordeiro pascal, Cristo, já está imolado. Celebremos a festa, não com velho fermento, mas com pães ázimos de pureza e de verdade, aleluia. (1Cor 5, 7-8)


Antífona do Gradual para ser cantada:

Pascha nostrum immolátus est Christus, allelúia: ítaque epulémur in ázymis sinceritátis et veritátis, allelúia, allelúia, allelúia. (1Cor. 5, 7. 8)

Vernáculo:

Nosso cordeiro pascal, Cristo, já está imolado. Celebremos a festa, não com velho fermento, mas com pães ázimos de pureza e de verdade, aleluia. (Cf. MR: 1Cor 5, 7-8)

137. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor,

que conservemos num coração puro

o que a nossa boca recebeu.

E que esta dádiva temporal

se transforme para nós em remédio eterno.

138. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou cântico de louvor.

139. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Deus de bondade, que renovastes vossa Igreja pelos mistérios pascais, concedei-nos vossa constante proteção e conduzi-nos à glória da ressurreição. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

BÊNÇÃO SOLENE DA PÁSCOA

Vigília Pascal e dia de Páscoa


PR: Deus todo-poderoso vos abençoe nesta solenidade pascal e vos proteja contra todo pecado.

AS: Amém.

PR: Aquele que vos renova para a vida eterna, pela ressurreição do seu Filho, vos enriqueça com o dom da imortalidade.

AS: Amém.

PR: E vós que, transcorridos os dias da paixão do Senhor, celebrais com júbilo a festa da Páscoa, possais chegar, pela graça de Deus, com o coração exultante, à festa das alegrias eternas.

AS: Amém.

PR: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho † e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

AS: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

PR: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia.

ou

PR: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz, e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia.

AS: Graças a Deus, aleluia, aleluia.





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