LIVRETO CELEBRATIVO | SÃO JOSÉ OPERÁRIO




Arquidiocese de Santa Cruz

Livreto Litúrgico 
MMXXV
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FESTA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO 



 1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

2. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com uma das seguintes fórmulas:

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo,

o amor do Pai

e a comunhão do Espírito Santo

estejam convosco. (Cf. 2Cor 13, 13)

O povo responde:

Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

Ou, o sacerdote, abrindo os braços, diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ele está no meio de nós.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

4. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

Irmãos e irmãs,

reconheçamos os nossos pecados,

para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

O sacerdote diz:

Confessemos os nossos pecados:

Todos:

Confesso a Deus todo-poderoso

e a vós, irmãos e irmãs,

que pequei muitas vezes

por pensamentos e palavras,

atos e omissões,

e, batendo no peito, dizem:

por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,

Em seguida, continuam:

E peço à Virgem Maria,

aos Anjos e Santos

e a vós, irmãos e irmãs,

que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,

perdoe os nossos pecados

e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

HINO DE LOUVOR 

Glória a Deus nas alturas,e paz na terra aos homens por Ele amados.Senhor Deus, rei dos céus,Deus Pai todo-poderoso.Nós vos louvamos,nós vos bendizemos,nós vos adoramos,nós vos glorificamos,nós vos damos graçaspor vossa imensa glória.Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,Senhor Deus, Cordeiro de Deus,Filho de Deus Pai.Vós que tirais o pecado do mundo,tende piedade de nós.Vós que tirais o pecado do mundo,acolhei a nossa súplica.Vós que estais à direita do Pai,tende piedade de nós.Só Vós sois o Santo,só vós, o Senhor,só vós, o Altíssimo,Jesus Cristo,com o Espírito Santo,na glória de Deus Pai.Amém.

9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.

Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;

Ó Deus, que aceitastes o sacrifício pascal para a salvação do mundo, atendei as súplicas do vosso povo: que Cristo, nosso Pontífice, interceda por nós; em sua natureza humana, nos reconcilie, e, em sua natureza divina, nos alcance o perdão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Primeira Leitura — At 5, 27-33

Leitura dos Atos dos Apóstolos

Naqueles dias, 27os guardas levaram os apóstolos e os apresentaram ao Sinédrio. O sumo sacerdote começou a interrogá-los, 28dizendo: “Nós tínhamos proibido expressamente que vós ensinásseis em nome de Jesus. Apesar disso, enchestes a cidade de Jerusalém com a vossa doutrina. E ainda nos quereis tornar responsáveis pela morte desse homem!”29Então Pedro e os outros apóstolos responderam: “É preciso obedecer a Deus, antes que aos homens. 30O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, a quem vós matastes, pregando-o numa cruz. 31Deus, por seu poder, o exaltou, tornando-o Guia Supremo e Salvador, para dar ao povo de Israel a conversão e o perdão dos seus pecados. 32E disso somos testemunhas, nós e o Espírito Santo, que Deus concedeu àqueles que lhe obedecem”. 33Quando ouviram isto, ficaram furiosos e queriam matá-los.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

Salmo Responsorial — Sl 33(34), 2 e 9. 17-18. 19-20 (R. 7a)

. Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido.

— Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, seu louvor estará sempre em minha boca. Provai e vede quão suave é o Senhor! Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! ℟.

— Mas ele volta a sua face contra os maus, para da terra apagar sua lembrança. Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta e de todas as angústias os liberta. ℟.

— Do coração atribulado ele está perto e conforta os de espírito abatido. Muitos males se abatem sobre os justos, mas o Senhor de todos eles os liberta. .

13. Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

℣. Acreditaste, Tomé, porque me viste. Felizes os que creem sem ter visto. (Jo 20, 29) ℟.

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo N.,

E, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo aclama:

Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.

Evangelho — Jo 3, 31-36

℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.

℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo João 

℟. Glória a vós, Senhor.

31“Aquele que vem do alto está acima de todos. O que é da terra, pertence à terra e fala das coisas da terra. Aquele que vem do céu está acima de todos. 32Dá testemunho daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceita o seu testemunho. 33Quem aceita o seu testemunho atesta que Deus é verdadeiro. 34De fato, aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque Deus lhe dá o espírito sem medida.35 O Pai ama o Filho e entregou tudo em sua mão. 36Aquele que acredita no Filho possui a vida eterna. Aquele, porém, que rejeita o Filho não verá a vida, pois a ira de Deus permanece sobre ele”.

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:

Palavra da Salvação.

Todos respondem:

Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

29. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos e irmãs,

para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ou:

Ⓑ Orai, irmãos e irmãs,

para que esta nossa família,

reunida em nome de Cristo,

possa oferecer um sacrifício

que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.


Ou:

 Orai, irmãos e irmãs,

para que, trazendo ao altar

as alegrias e fadigas de cada dia,

nos disponhamos a oferecer um sacrifício

aceito por Deus Pai todo-poderoso.


Ou:

Orai, irmãos e irmãs,

para que o sacrifício da Igreja,

nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu,

seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,

para glória do seu nome,

para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Subam até vós, Senhor, nossas preces com as oferendas para o sacrifício, a fim de que, purificados por vossa graça, sejamos dignos dos sacramentos do vosso grande amor. Por Cristo, nosso Senhor.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.

℣. Corações ao alto.

. O nosso coração está em Deus.

. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

℟. É nosso dever e nossa salvação.

Na Verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus todo-poderoso, e na solenidade de são José, louvar, bendizer e proclamar vossa grandeza. Ele, homem justo, dado por esposo à Virgem Mãe de Deus, servo fiel e prudente, foi posto à frente da vossa família para cuidar como pai do vosso Filho unigênito, concebido pelo poder do Espírito Santo, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, os Anjos vos louvam, as Dominações vos adoram, as Potestades vos referenciam; os céus e as Forças celestes, com os beatos Serafins, unidos e exultantes vos celebram. Concedei, também a nós, associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

Segue-se conforme as rubricas, o prefácio, com a conclusão:

Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

CC Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

une as mãos

que nos mandou celebrar estes mistérios.

A assembleia aclama:

Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível como requer a sua natureza.

Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos 

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos

inclina-se levemente

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Misterio da fé 

A assembleia aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Mistério da fé para a salvação do mundo!

A assembleia aclama:

Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:

CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!

1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

A assembleia aclama:
Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com  o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
★ Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

une as mãos

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

Amém.

Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós,

elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração

que o próprio Jesus nos ensinou:


O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Pai nosso que estais nos céus,santificado seja o vosso nome;venha a nós o vosso reino,seja feita a vossa vontade,assim na terra como no céu.O pão nosso de cada dia nos dai hoje;perdoai-nos as nossas ofensas,assim como nós perdoamosa quem nos tem ofendido;e não nos deixeis cair em tentação,mas livrai-nos do mal.

125. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai,e dai-nos hoje a vossa paz.Ajudados pela vossa misericórdia,sejamos sempre livres do pecadoe protegidos de todos os perigos,enquanto aguardamos a feliz esperançae a vinda do Nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino,

o poder e a glória para sempre.

126. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo,

dissestes aos vossos Apóstolos:

eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.

Não olheis os nossos pecados,

mas a fé que anima vossa Igreja;

dai-lhe, segundo o vosso desejo,

a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

127. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

O amor de Cristo nos uniu.

128. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

Irmãos e irmãs,

saudai-vos em Cristo Jesus.

129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,nos faça participar da vida eterna.

130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

Cordeiro de Deus,que tirais o pecado do mundo,tende piedade de nós.Cordeiro de Deus,que tirais o pecado do mundo,tende piedade de nós.Cordeiro de Deus,que tirais o pecado do mundo,dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

131. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,

que, cumprindo a vontade do Pai

e agindo com o Espírito Santo,

pela vossa morte destes vida ao mundo,

livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue

dos meus pecados e de todo mal;

dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Ou:

Senhor Jesus Cristo,

o vosso Corpo e o vosso Sangue,

que vou receber,

não se tornem causa de juízo e condenação;

mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

132. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

Ou:

Ⓑ Quem come minha carne e bebe meu sangue

permanece em mim e eu nele.

Ou:

Ⓑ Provai e vede como o Senhor é bom;

feliz de quem nele encontra seu refúgio.

Ou:

Ⓑ Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu;

se alguém come deste Pão,

viverá eternamente.

Ou:

Ⓑ Felizes os convidados para o banquete nupcial do Cordeiro.

 ou 

Eis o Cordeiro de Deus,

que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno(a)

de que entreis em minha morada,

mas dizei uma palavra e serei salvo(a).

133. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

O Corpo de Cristo

me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

O Sangue de Cristo

me guarde para a vida eterna.

E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

134. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

135. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, em n. 281-287.

136. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

137. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor,que conservemos num coração puroo que a nossa boca recebeu.E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

138. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou cântico de louvor.

139. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

Deus eterno e todo-poderoso, pela ressurreição de Cristo nos recriais para a vida eterna, fazei frutificar em nós o sacramento pascal e infundi em nossos corações a força deste alimento salutar. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

BÊNÇÃO FINAL 

CP: Deus, nosso Pai, que hoje nos reuniu para celebrar a festa de São José Operário vos abençoe, vos proteja de todo o mal e vos confirme na sua paz.

AS: Amém.

CP: O Cristo Senhor, que manifestou em São José Operário, a força renovadora da Páscoa, vos torne testemunhas do seu Evangelho.

AS: Amém.

CP: O Espírito Santo, que em São José Operário, nos ofereceu um sinal da caridade divina, vos torne capazes de criar na Igreja uma verdadeira comunhão de fé e amor.

AS: Amém.

CP: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

AS: Amém.

o Diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

CP: A alegria do Senhor seja a vossa força; Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe. Aleluia, Aleluia 

AS: Graças a Deus! Aleluia, Aleluia 

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