Livreto Litúrgico | Santa Missa de Abertura da Festa da Santa Cruz



 
SEMANÁRIO LITÚRGICO
 NOVENA FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ
05.09.2025

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
NELE ESTÁ A SALVAÇÃO, VIDA E RESSURREIÇÃO!

QUE DEUS NOS DÊ A SUA GRAÇA E SUA BÊNÇÃO,
E SUA FACE RESPLANDEÇA SOBRE NÓS!

NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
NELE ESTÁ A SALVAÇÃO, VIDA E RESSURREIÇÃO!

QUE NA TERRA SE CONHEÇA O SEU CAMINHO,
E A SUA SALVAÇÃO, POR ENTRE OS POVOS!

NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
NELE ESTÁ A SALVAÇÃO, VIDA E RESSURREIÇÃO!

OS POVOS GOVERNAIS COM RETIDÃO,
E GUIAIS EM TODA A TERRA AS NAÇÕES!

NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
NELE ESTÁ A SALVAÇÃO, VIDA E RESSURREIÇÃO!

GLÓRIA AO PAI, AO FILHO, E AO ESPÍRITO SANTO,
PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS, AMÉM!

NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
NELE ESTÁ A SALVAÇÃO, VIDA E RESSURREIÇÃO!

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Sl 85, 3. 5)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Piedade de mim, ó Senhor, porque clamo por vós todo o dia! Ó Senhor, vós sois bom e clemente, sois perdão para quem vos invoca.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.
 
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
 
Pres.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
Pres.: Christe, eléison.
℟.: Christe, eléison.
Pres.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.

HINO DO GLÓRIA

Canta-se ou recita-se em seguida o hino:

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, 
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, 
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, 
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI: 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS; 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA; 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS. 
SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR; 
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; 
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.

Ou, para a recitação:
℟.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa suhplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Deus onipotente, fonte de todo dom perfeito, semear em nossos corações o amor ao vosso nome e, estreitando os laços que nos unem convosco, fazei crescer em nós o que é bom e guardai com amorosa solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos 

℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Cl 1, 15-20)


Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses


15Cristo Jesus é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, 16pois por causa dele foram criadas todas as coisas no céu e na terra, as visíveis e as invisíveis, tronos e dominações, soberanias e poderes. Tudo foi criado por meio dele e para ele. 17Ele existe antes de todas as coisas e todas têm nele a sua consistência. 18Ele é a Cabeça do corpo, isto é, da Igreja. Ele é o Princípio, o Primogênito dentre os mortos; de sorte que em tudo ele tem a primazia, 19porque Deus quis habitar nele com toda a sua plenitude 20e por ele reconciliar consigo todos os seres, os que estão na terra e no céu, realizando a paz pelo sangue da sua cruz.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 99 (100))

℟. Com canto apresentai-vos diante do Senhor!


— Aclamai o Senhor, ó terra inteira, servi ao Senhor com alegria, ide a ele cantando jubilosos! ℟.

— Sabei que o Senhor, só ele, é Deus, Ele mesmo nos fez, e somos seus, nós somos o seu povo e seu rebanho. ℟.

— Entrai por suas portas dando graças, e em seus átrios com hinos de louvor; dai-lhe graças, seu nome bendizei! ℟.

— Sim, é bom o Senhor e nosso Deus, sua bondade perdura para sempre, seu amor é fiel eternamente! ℟.



ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

NÓS VOS ADORAMOS, SENHOR JESUS CRISTO, 
E VOS BENDIZEMOS, PORQUE PELA CRUZ REMISTES O MUNDO!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Ou, para recitação:
℟.: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣.: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos, porque pela cruz remistes o mundo!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Lc 5, 33-39)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, 33os fariseus e os mestres da Lei disseram a Jesus: “Os discípulos de João, e também os discípulos dos fariseus, jejuam com frequência e fazem orações. Mas os teus discípulos comem e bebem”. 34Jesus, porém, lhes disse: “Os convidados de um casamento podem fazer jejum enquanto o noivo está com eles? 35Mas dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão”.

36Jesus contou-lhes ainda uma parábola: “Ninguém tira retalho de roupa nova para fazer remendo em roupa velha; senão vai rasgar a roupa nova, e o retalho novo não combinará com a roupa velha. 37Ninguém coloca vinho novo em odres velhos; porque, senão, o vinho novo arrebenta os odres velhos e se derrama; e os odres se perdem. 38Vinho novo deve ser posto em odres novos. 39E ninguém, depois de beber vinho velho, deseja vinho novo; porque diz: o velho é melhor”.

℣.Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LADAINHA

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Pai santo, ouvi-nos.
Pai justo, atendei-nos.

Deus Pai dos céus, tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Cruz, espelho dos patriarcas e profetas, defendei-nos.
Coroa dos mártires, defendei-nos.
Alegria dos sacerdotes, defendei-nos.
Glória das virgens, defendei-nos.

Cruz, potência dos reis, protegei-nos.
Ornato da Igreja, protegei-nos.
Esperança dos cristãos, protegei-nos.
Penhor dos que adoram a Cristo, protegei-nos.
Glória de todos os ortodoxos, protegei-nos.

Cruz, nossa coroa, salvai-nos.
Firmamento da paz, salvai-nos.
Porta do Paraíso, salvai-nos.
Vara das maravilhas de Deus, salvai-nos.
Propugnáculo da fé, salvai-nos

Cruz, vida dos justos, ajudai-nos.
Ressurreição dos mortos, ajudai-nos.
Chave do Reino dos Céus, ajudai-nos.
Procuradora dos pobres, ajudai-nos.
Porto dos atribulados, ajudai-nos.

Cruz, selo de castidade, iluminai-nos.
Escola de santidade, iluminai-nos.
Guardiã da castidade, iluminai-nos.
Palma da imortalidade, iluminai-nos.
Tesouro de todos os bens, iluminai-nos

Cruz, consoladora dos aflitos, guardai-nos.
Salvadora dos desesperados, guardai-nos.
Destruidora das heresias, guardai-nos.
Vencedora dos inimigos, guardai-nos.

Cruz, salvação dos fiéis, amparai-nos.
Enobrecida pelo Sangue de Cristo, amparai-nos.
Santificada pelo toque do Corpo de Cristo, amparai-nos.
Sinal vivificante do Filho de Deus, amparai-nos.

Cruz, doadora de saúde, confortai-nos.
Contrato de liberdade, confortai-nos.
Altura do Céu, confortai-nos.
Profundidade da Terra, confortai-nos.
Largura do mundo, confortai-nos.

Cruz, triunfadora dos demônios, libertai-nos.
Extinção do pecado, libertai-nos.
Vitória contra o mundo, libertai-nos.
Vencedora da morte, libertai-nos.
Destruição do inferno, libertai-nos.

De todo o mal, livrai-nos, santa Cruz.
De todo pecado, livrai-nos, santa Cruz.
Do poder do diabo, livrai-nos, santa Cruz.
De toda sugestão e malefício do demônio, livrai-nos, santa Cruz.
Das insídias de todos os inimigos, livrai-nos, santa Cruz.
Da peste, da fome e da guerra, livrai-nos, santa Cruz.
De toda doença, livrai-nos, santa Cruz.
De raios e tempestades, livrai-nos, santa Cruz.
Da morte súbita e desprevenida, livrai-nos, santa Cruz.
Na hora da morte, livrai-nos, santa Cruz.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Pai-nosso… E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

℣. Pelo madeiro fomos salvos.
℟. Pelo madeiro fomos redimidos.

℣. O fruto da árvore nos seduziu,
℟. O Filho de Deus nos redimiu.

℣. Pelo sinal da santa cruz,
℟. Livrai-nos, Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos.

℣. Senhor, escutai a minha oração.
℟. E chegue até vós o meu clamor.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS.
NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS.

NÓS DEVEMOS GLORIARMOS,
NESTA CRUZ DE SALVAÇÃO.
TRAZ-NOS VIDA E LIBERDADE
E NOS DÁ RESSURREIÇÃO.

NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS.
NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS.

FOI PRECISO AO SENHOR,
PARA ENTRAR NA SUA GLÓRIA,
SER NA CRUZ CRUCIFICADO:
É O CAMINHO DA VITÓRIA.

NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS.
NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS.

E QUEM QUER VIVER UNIDA,
SUA VIDA À DE JESUS.
NÃO TERÁ OUTRO CAMINHO:
PELA CRUZ SE CHEGA À LUZ!

NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS.
NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja,
nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu,
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Este santo sacrifício, Senhor, nos traga a perene bênção da salvação e vosso poder leve à plenitude o que celebramos no sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO
(A vitória da Cruz gloriosa)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pusestes no lenho da cruz a salvação do gênero humano, par que, onde a morte teve origem, aí a vida ressurgisse; e o que vencera na árvore do paraíso, na árvore da cruz fosse vencido, por Cristo, nosso Senhor. Por ele, os anjos vos louvam, as Dominações vos adoram, as Potestades vos reverenciam; os céus e as Forças celestes, com os beatos Serafins, unidos e exultantes vos celebram. Concedei também a nós associar-nos a seus louvares, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS!

Ou, para a recitação:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
 
ORAÇÃO EUCARÍSTICA SOBRE A RECONCILIAÇÃO I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo e, desde a origem do mundo, tudo fazeis para sermos santos como vós sois Santo.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Olhai as oferendas do vosso povo e derramai sobre elas a força do vosso Espírito, para que se tornem
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
o Corpo e o Sangue
une as mãos
do vosso amado Filho, Jesus Cristo, no qual também nós somos vossos filhos.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Pres.: Quando outrora estávamos perdidos e incapazes de vos encontrar, vós nos amastes com imenso amor, pois vosso Filho, o único Justo, entregou-se à morte, não rejeitando ser pregado no lenho da cruz. Antes, porém, de seus braços abertos traçarem entre o céu e a terra o sinal permanente da vossa aliança, Jesus quis celebrar a Páscoa com seus discípulos.

Pres.: Ceando com eles,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia, Jesus, sabendo que ia reconciliar em si todas as coisas pelo sangue a ser derramado na cruz,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o cálice repleto do fruto da videira, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

A seguir o sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Fazendo, pois, memória de vosso Filho, Jesus Cristo, nossa Páscoa e certeza da paz definitiva, celebramos sua morte e ressurreição e, aguardando o dia feliz de sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos, Deus fiel e misericordioso, a vítima que nos reconcilia convosco.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai, com amor, Pai misericordioso, aqueles que unis a vós pelo sacrifício do vosso Filho, e concedei que, pela força do Espírito Santo, os que participam do único pão e do mesmo cálice sejam congregados em Cristo num só corpo, no qual todas as divisões sejam superadas.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Conservai-nos sempre em comunhão de fé e amor unidos ao Papa Leão, e ao nosso Bispo N.. Ajudai-nos a esperar juntos a vinda do vosso reino, até o dia em que, diante de vós, formos santos entre os Santos na morada celeste, ao lado da Virgem Maria, Mãe de Deus, dos Apóstolos e todos os Santos e com nossos irmãos e irmãs já falecidos que confiamos à vossa misericórdia. Enfim, libertos das feridas do pecado e plenamente transformados em novas criaturas, felizes cantaremos a ação de graças
une as mãos
do vosso Cristo que vive para sempre.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.:  
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ. DAI-NOS A PAZ. SENHOR, A VOSSA PAZ.

Ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para ó Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

SALVE, Ó CRUZ LIBERTADORA!
SALVE, Ó CRUZ LIBERTADORA!

EM TEU CORPO SEM BELEZA, NEM ENCANTO,
TU ASSUMES O PECADO E TODO O PRANTO.
JUNTO A TI ESTÁ A DOR DA HUMANIDADE,
Ó SENHOR, DE TODOS NÓS TEM PIEDADE.

SALVE, Ó CRUZ LIBERTADORA!
SALVE, Ó CRUZ LIBERTADORA!

ESTAS MÃOS COM QUE ERGUESTE OS CAÍDOS,
QUE TIRARAM AS AMARRAS DO OPRIMIDO,
AMARRADAS NESTA CRUZ PELA MALDADE,
VÃO AO MUNDO DEVOLVER A LIBERDADE.

SALVE, Ó CRUZ LIBERTADORA!
SALVE, Ó CRUZ LIBERTADORA!

OS TEUS PÉS QUE PERCORRERAM OS CAMINHOS,
QUE LEVARAM BOA NOVA AOS PEQUENINOS,
SÃO PREGADOS PELO HOMEM ILUDIDO,
MAS TEU REINO NUNCA MAIS SERÁ DETIDO.

SALVE, Ó CRUZ LIBERTADORA!
SALVE, Ó CRUZ LIBERTADORA!

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. Sl 30,20)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Como é grande, 6 Senhor, a riqueza da vossa bondade, que reservais para aqueles que vos temem.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.:  
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Revigorados pelo pão da mesa celeste nós vos pedimos, Senhor, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos servir nos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DA SANTA CRUZ 


Oremos. — Olhai, nós vos pedimos, Senhor, sobre esta vossa família, pela qual Nosso Senhor Jesus Cristo não duvidou entregar-se às mãos dos inimigos e sujeitar-se ao tormento da Cruz. — Guardai, Senhor, nós vos pedimos, com paz perpétua aqueles a quem vos dignastes redimir pelo madeiro da santa Cruz. — Sede-nos propício, Senhor Deus nosso, e aos que fazeis se alegrarem com honra da santa Cruz, defendei-os também com auxílios perpétuos. — Que o sinal salutar da Cruz, nós vos pedimos, Senhor, proteja o povo que a vós suplica e, uma vez purificado, dignamente o instrua; para que ele se alegre com a consolação presente em toda tribulação e, perseverando, progrida incessantemente à posse dos bens futuros. — Deus, que nos alegrais com a comemoração contínua da santa Cruz, concedei-nos, nós vos pedimos, que mereçamos no céu os prêmios da Redenção daquele cujo mistério conhecemos na terra. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo por todos os séculos dos séculos. Amém. 

℣. Senhor, escutai a minha oração.
℟. E chegue até vós o meu clamor.

℣. Bendigamos ao Senhor.
℟. Demos graças a Deus.

℣. E que as almas dos fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz.
℟. Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.:  Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres.: Ó Deus, que vossa família sempre se alegre pela celebração dos vossos mistérios, e colha os frutos da sua redenção. Por Cristo, nosso Senhor. 
℟.: Amém.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.


CANTO FINAL

VITÓRIA! TU REINARÁS!
Ó CRUZ, TU NOS SALVARÁS! 
VITÓRIA! TU REINARÁS!
Ó CRUZ, TU NOS SALVARÁS! 

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