Entrega do Título De
Mons. Prelado de Honra
Mons. Prelado de Honra
Arquidiocese de Santa Cruz
Paróquia da Catedral
MMXXV
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Reunido o povo, o monsenhor e o presidente dirigem-se ao altar com os ministros, durante o canto.
Chegando ao altar e feita a devida reverência, todos dirigem-se às cadeiras e se inicia o rito.
RITOS INICIAIS
O Bispo inicia o rito sentado na cátedra, dizendo:
Pres.: Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
Pres.: A Paz esteja convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
ORAÇÃO INTRODUTÓRIA
Terminado os cumprimentos, o presidente diz:
Pres.: Oremos. Senhor nosso Deus que pela efusão do Espírito Santos continue derramando vossas graças sobre este vosso servo, a frente de seu ministério sacerdotal para a constante edificação da vossa Santa Igreja e do vosso santo sacrifício. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
O leitor dirige-se ao ambão para a leitura do Evangelho, que todos ouvem sentados.
Leitor: Escutai a palavra do Senhor, do Evangelho segundo Lucas.
Naquele tempo, 13alguém, do meio da multidão, disse a Jesus: “Mestre, dize ao meu irmão que reparta a herança comigo”. 14Jesus respondeu: “Homem, quem me encarregou de julgar ou de dividir vossos bens?” 15E disse-lhes: “Atenção! Tomai cuidado contra todo tipo de ganância, porque, mesmo que alguém tenha muitas coisas, a vida de um homem não consiste na abundância de bens”. 16E contou-lhes uma parábola: “A terra de um homem rico deu uma grande colheita. 17Ele pensava consigo mesmo: ‘O que vou fazer? Não tenho onde guardar minha colheita’. 18Então resolveu: ‘Já sei o que fazer! Vou derrubar meus celeiros e construir maiores; neles vou guardar todo o meu trigo, junto com os meus bens. 19Então poderei dizer a mim mesmo: Meu caro, tu tens uma boa reserva para muitos anos. Descansa, come, bebe, aproveita!’ 20Mas Deus lhe disse: ‘Louco! Ainda nesta noite, pedirão de volta a tua vida. E para quem ficará o que tu acumulaste?’ 21Assim acontece com quem ajunta tesouros para si mesmo, mas não é rico diante de Deus”.
REFLEXÃO
O presidente faz uma reflexão sobre o Evangelho e sobre a condecoração.
ENTREGA DA BULA DE CONDECORAÇÃO
Em seguida, um presbítero designado, ou um diácono, realiza a leitura da Bula de Condecoração:
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BULA DE CONDECORAÇÃO
PRELAZIA DE HONRA
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PRELAZIA DE HONRA
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DOM LUAN SOUZA CARDEAL DOS SANTOS
ADMINISTRATOR APOSTOLICUS
Aos delitos filhos aqui condecorados,
Rafael Lima e Israel Clécio,
paz e benção no Senhor,
A perene aliança de Cristo com sua Igreja encontra reflexo no ministério sacerdotal, sinal do amor eterno de Deus pelo seu povo (cf. Ef 5,24-25). Tal aliança é vivida cotidianamente por meio da entrega zelosa de presbíteros que, configurados a Cristo Sacerdote, atuam como pastores, mestres da fé e servidores do altar. Reconhecendo o valor deste ministério e os méritos daqueles que, com fidelidade e amor, dedicam suas vidas à edificação do Reino de Deus, a Sé Apostólica confere títulos honoríficos como sinal de apreço e estímulo ao serviço contínuo.
De acordo com o Motu Proprio Ordine ad Presbyterus, promulgado pelo Papa João, de venerável memória, reiteramos que tais dignidades não são títulos de prestígio mundano, mas sinais visíveis de comunhão eclesial e de estímulo para o impulso evangelizador. Os títulos honoríficos, como reflexo do serviço eclesial, são meios de animar a renovação missionária no clero, para que este exerça seu apostolado com ardor e humildade.
Portanto, depois de consultarmos o prelado da Igreja Particular e examinarmos as razões, qualidades e aptidões apresentadas, decretamos a Concessão da Dignidade Honorífica a seguir:
Conferimos a dignidade de Prelado de Honra de Sua Santidade aos seguintes presbíteros, reconhecendo sua dedicação e seus serviços à Igreja:
I. V. S. Rv.mª Israel Clécio, incardinado a Arquidiocese Metropolitana de Santa Cruz;
II. V. S. Rv.mª Rafael Lima, Incardinado a Prelazia de Fortaleza
Também dispomos que, aqueles que recebem estas dignidades somente estão autorizados a usar as vestes eclesiásticas apropriadas à sua nova condição, conforme as disposições do supracitado Motu Proprio Ordine ad Presbyterus, das normas litúrgicas e dos bons costumes, a partir da entrega das insígnias. Esta entrega deve ocorrer “em celebração, seja Eucarística, seja da Palavra ou da Liturgia das Horas, presidida pelo Delegado Pontifício ou pelo Bispo Diocesano, logo após a homilia. Para tal ocasião, lê-se a condecoração enviada pelo Santo Padre e o presidente entrega nas mãos do monsenhor o seu barrete sem nada dizer, então o monsenhor o coloca na cabeça e saúda o presidente. Depois, procede-se o rito como de costume” (N.º 8). Sendo Prelado de Honra, não recebe-se o barrete, devendo-se, se o usar, ser inteiramente negro.
Ademais, reiteramos que este título, de natureza honorífica, não altera a missão fundamental do sacerdote, que permanece dedicada à pregação do Evangelho, à celebração dos sacramentos e ao serviço da comunidade cristã. Deste modo, exortamos o sacerdote assim honrado a continuar desempenhando seu ministério com humildade e espírito de serviço, lembrando-se de que toda honra na Igreja deve ser orientada para a maior glória de Deus e a edificação de seu povo.
Também dispomos que, aqueles que recebem estas dignidades somente estão autorizados a usar as vestes eclesiásticas apropriadas à sua nova condição, conforme as disposições do supracitado Motu Proprio Ordine ad Presbyterus, das normas litúrgicas e dos bons costumes, a partir da entrega das insígnias. Esta entrega deve ocorrer “em celebração, seja Eucarística, seja da Palavra ou da Liturgia das Horas, presidida pelo Delegado Pontifício ou pelo Bispo Diocesano, logo após a homilia. Para tal ocasião, lê-se a condecoração enviada pelo Santo Padre e o presidente entrega nas mãos do monsenhor o seu barrete sem nada dizer, então o monsenhor o coloca na cabeça e saúda o presidente. Depois, procede-se o rito como de costume” (N.º 8). Sendo Prelado de Honra, não recebe-se o barrete, devendo-se, se o usar, ser inteiramente negro.
Ademais, reiteramos que este título, de natureza honorífica, não altera a missão fundamental do sacerdote, que permanece dedicada à pregação do Evangelho, à celebração dos sacramentos e ao serviço da comunidade cristã. Deste modo, exortamos o sacerdote assim honrado a continuar desempenhando seu ministério com humildade e espírito de serviço, lembrando-se de que toda honra na Igreja deve ser orientada para a maior glória de Deus e a edificação de seu povo.
Que a Santíssima Virgem Maria, Mãe da Igreja, acompanhe este presbítero em sua missão e o inspire a seguir o exemplo do Sumo Sacerdote Eterno, Jesus Cristo.
Dado em Roma, junto de São Pedro, ao vigésimo oitavo dia do mês de Julho, do Ano Santo do Jubileu de 2025 - Peregrinos de Esperança.
✠ Luan Souza Card. Dos Santos
Administrator Apostolicus
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Tendo sido lida a Bula, o monsenhor se aproxima do presidente, se ajoelha e recebe, em silêncio, sua Bula.
Após a entrega, o monsenhor saúda o presidente e retorna a seu lugar.
ORAÇÃO FINAL
Terminado os cumprimentos, o presidente diz:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
BÊNÇÃO FINAL
Encerrando a celebração o presidente concede a bênção:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Pres: Seja bendito o nome do Senhor.
Ass: Agora e para sempre.
Pres: O nosso auxílio está no nome do Senhor.
Ass: Que fez o céu e a terra.
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Ass: Amém.
Conforme o costume, canta-se a antífona Mariana “Salve Regina”.
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Livreto Celebrativo


